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AQUELES OLHOS VERDES
José Trajano
Alfaguara

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Misturando ficção e realidade, Aqueles olhos verdes é um delicioso passeio pelas festas, culinária, futebol, tradições, música e política do Brasil do final dos anos 1930 até o início dos 1960. O ano é 1938. Vicente Meggiore pede ao irmão José Reis que o encontre no estádio das Laranjeiras. O motivo, logo se descobre, não era assistir ao Fluminense dando uma volta olímpica pela conquista do bicampeonato. Vicente precisa que o caçula escolte um fugitivo do governo de Getúlio Vargas a um local seguro, até que a situação política se acalme. Zé Reis não gosta do envolvimento do irmão com os camisas-verdes, mas, como lhe devia favores, resolve ajudá-lo. O leitor é levado, então, para uma fazenda no interior do Rio de Janeiro — palco central da vida de Zé Reis, onde ele receberá figuras como Plínio Salgado, Zizinho, Dori Kürschner e Chiquinho do Acordeon. Encantado com as pessoas e a natureza da região, Zé Reis mergulha na cultura local e exalta suas tradições. Em uma via de mão dupla, ele também cativa os moradores da cidade. Conhecido pelos imensos olhos verdes e por sua paixão pelo futebol, ele arrebata seus ouvintes com suas aventuras fora do cenário interiorano. Zé Reis é uma homenagem de José Trajano ao avô, que, assim como o personagem, gostava de cavalos e frutas e era um proseador de primeira — só não ligava para futebol.

  • Seção
    Ficção
  • Ilustração
    Figueiredo, Joana
  • Páginas
    248
  • Encadernação
    BROCHURA
  • ISBN
    9788556521187
  • Peso
    367 gr
  • Formato
    15 × 23.4 × 1.5 cm
  • Palavras-chave
    Literatura Brasileira

Descrição

Misturando ficção e realidade, Aqueles olhos verdes é um delicioso passeio pelas festas, culinária, futebol, tradições, música e política do Brasil do final dos anos 1930 até o início dos 1960. O ano é 1938. Vicente Meggiore pede ao irmão José Reis que o encontre no estádio das Laranjeiras. O motivo, logo se descobre, não era assistir ao Fluminense dando uma volta olímpica pela conquista do bicampeonato. Vicente precisa que o caçula escolte um fugitivo do governo de Getúlio Vargas a um local seguro, até que a situação política se acalme. Zé Reis não gosta do envolvimento do irmão com os camisas-verdes, mas, como lhe devia favores, resolve ajudá-lo. O leitor é levado, então, para uma fazenda no interior do Rio de Janeiro — palco central da vida de Zé Reis, onde ele receberá figuras como Plínio Salgado, Zizinho, Dori Kürschner e Chiquinho do Acordeon. Encantado com as pessoas e a natureza da região, Zé Reis mergulha na cultura local e exalta suas tradições. Em uma via de mão dupla, ele também cativa os moradores da cidade. Conhecido pelos imensos olhos verdes e por sua paixão pelo futebol, ele arrebata seus ouvintes com suas aventuras fora do cenário interiorano. Zé Reis é uma homenagem de José Trajano ao avô, que, assim como o personagem, gostava de cavalos e frutas e era um proseador de primeira — só não ligava para futebol.

Informação adicional

Peso 0,367 kg
Dimensões 1,5 × 15 × 23,4 cm

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