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AGENTES INVISÍVEIS E MODOS DE PRODUÇÃO NOS PRIMEIROS ANOS DO WORKCENTER J. GROTOWSKI
Daniele Sampaio
Javali

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À maneira do espetáculo dentro do espetáculo, procedimento imortalizado pelo dramaturgo Luigi Pirandello, em Seis personagens à procura de um autor, a produção em artes cênicas depende de grau de invenção acima da média para prover as condições objetivas e o estado de espírito suscetíveis a plasmar em cena as potencialidades poéticas subjacentes. É o que se depreende da dissertação de Daniele Sampaio ora transposta ao livro. Ela triunfa na dessacralização da personalidade de Jerzy Grotowski, um dos ícones do teatro mundial na segunda metade do século XX, interlocutor de Eugenio Barba e de Peter Brook, para ficar no tripé mais evidente. A pesquisadora recua até cerca de quatro décadas para mediar, a partir dali, as vozes e os documentos suscitados de encontros presenciais com aqueles que eram os jovens produtores atuantes nos bastidores das práticas e dos pensamentos que alicerçaram a noção de laboratório forjada pelo diretor polonês e seus seguidores no interior do país do leste europeu, depois, no interior italiano, entre os anos 1960 e 1990. Ao rastrear o modus operandi e o modus pensandi de quem produziu Grotowski com o ímpeto de cocriador (para muito, mas muito além mesmo da definição empresarial clássica de gerir, obter recursos financeiros, arregimentar meios técnicos e materiais para levantar espetáculos e implantar ações), a autora mostra como esse pensador conjugou sua arte em diálogo proativo com os colaboradores diretos empenhados em contornar obstáculos e a abrir caminhos sustentáveis para ir a fundo em seus intentos. – Valmir Santos

  • Páginas
    288
  • Encadernação
    BROCHURA
  • ISBN
    9788558760256
  • Peso
    400 gr

Descrição

À maneira do espetáculo dentro do espetáculo, procedimento imortalizado pelo dramaturgo Luigi Pirandello, em Seis personagens à procura de um autor, a produção em artes cênicas depende de grau de invenção acima da média para prover as condições objetivas e o estado de espírito suscetíveis a plasmar em cena as potencialidades poéticas subjacentes. É o que se depreende da dissertação de Daniele Sampaio ora transposta ao livro. Ela triunfa na dessacralização da personalidade de Jerzy Grotowski, um dos ícones do teatro mundial na segunda metade do século XX, interlocutor de Eugenio Barba e de Peter Brook, para ficar no tripé mais evidente. A pesquisadora recua até cerca de quatro décadas para mediar, a partir dali, as vozes e os documentos suscitados de encontros presenciais com aqueles que eram os jovens produtores atuantes nos bastidores das práticas e dos pensamentos que alicerçaram a noção de laboratório forjada pelo diretor polonês e seus seguidores no interior do país do leste europeu, depois, no interior italiano, entre os anos 1960 e 1990. Ao rastrear o modus operandi e o modus pensandi de quem produziu Grotowski com o ímpeto de cocriador (para muito, mas muito além mesmo da definição empresarial clássica de gerir, obter recursos financeiros, arregimentar meios técnicos e materiais para levantar espetáculos e implantar ações), a autora mostra como esse pensador conjugou sua arte em diálogo proativo com os colaboradores diretos empenhados em contornar obstáculos e a abrir caminhos sustentáveis para ir a fundo em seus intentos. – Valmir Santos

Informação adicional

Peso 0,4 kg
Dimensões 21 × 13,6 cm

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